quarta-feira, 5 de outubro de 2011

PELOURINHO

SALVADOR

Uma cidade em dois planos.
Salvador desenvolveu-se à beira   da baía de Todos os Santos, e ao pé dos pequenos morros
Escarpados. Quando em 1.549 a Coroa Portuguesa a escolheu para ser a primeira capital do
Brasil, também resolveu direcionar os esforços de urbanização para o topo do morro,
a chamada cidade Alta. A cidade baixa ficou sendo a área comercial. A divisão ainda serve
para ilustrar a dinâmica  da Salvador atual. Na cidade Alta  está o Pelourinho e seus velhos
 Casarões e igrejas. Na cidade baixa  estão os Fortes , as marinas, o comércio popular, os
redutos da vida noturna e as praias. As praias se espalham  do centro ao extremo nordeste
da orla metropolitana. As mais bacanas ficam nas duas pontas : a eclética Porto da Barra,
perto do Pelourinho e a movimentada Flamengo, já perto do aeroporto. As cidades
históricas  do Recôncavo Baiano, completam o roteiro.

PELOURINHO
O passeio mais emocionante  de Salvador está no pelourinho – o Pelô, como dizem os
moradores da cidade. Quem for lá apenas para apreciar as igrejas  e uma parte de
cerca  de oitocentos casarões do século XVII ao XIX que se espalham  pelos becos ao
redor do largo do Pelourinho já se impressiona.  O conjunto arquitetônico  em restauração
desde 1922, foi declarado patrimônio histórico da humanidade pela Unesco em 1985.
Para entender a magia do Pelô, o melhor é estar lá na terça-feira, às 18 horas ,
para assistir à missa acompanhada de percussão e cantos africanos na Igreja Nossa Senhora
Do Rosário dos Pretos .Não há como não se arrepiar com o culto – no primeiro semestre
De 2010, a igreja estará em reforma e as missas serão na Igreja da ordem Terceira do
Carmo, quase em frente, a reinauguração da Rosário dos Pretos é prometida  para Junho de 2.010.
Saindo de lá veja as escadarias da Igreja dos Passos onde o cantor Gerônimo Santana
costuma se apresentar  gratuitamente  toda teça, a partir de  19 horas. Outro momento
Especial no Pelô são os ensaios  pré-carnavalestos  que começão já  em dezembro no largo
Teresa Batista, normalmente às 21 horas. O bloco afro Muzenza e o Cortejo  afro são ótimos.
O mais famoso  entre os turistas  é o ensaio do Olodum, no largo Pedro Arcanjo. O ideal é
consultar  a programação no site  www.pelourinho.ba.gov.br antes  de ir. Em qualquer
passeio  é bom  ir sem nada  de valor, e com dinheiro  em algum bolso para se precaver
contra a ação dos batedores de carteira.

CATEDRAL BASÍLICA

Erguida em pedra lioz pelos jesuitas  em 1657 e 1672 foi palco de alguns sermões mais importantes proferidos pelo padre Antonio Vieira.  A fachada tradicional lusitana  tem Influência do modelo jesuítico, no interior mesclam-se os estilos barroco e rococó.

IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO DOMINGO DE GUSMÃO

De 1731, destaca-se pela pintura do forro da nave, feita por José Joaquim da Rocha.Em 1.781, retratando a entrada de são Domingos no céu.

IGREJA E CONVENTO DE SÃO FRANCISCO

Um dos mais extraordinários monumentos do barroco mundial. Construída entre 1686 e 1750, é a igreja mais rica do país; 800 quilos foram usados para dourar a talha de madeira.Os azulejos  da igreja e do claustro trazem cenas da vida de São Francisco.
Aos pés do Elevador Lacaerda e às margens  da Bahia de Todos os Santos, vende todos souvenires clássicos baianos  a preços inicialmente altos; pechinchar com o assedio .

Solar do unhão
Im lugar para passar a tarde e assistir do bar que funciona no píer, ao por do sol .Construido no século XVII em alvenaria de pedra e reformado  em 1962 por Lina Bo Bardi.O solar abriga o Museu de Arte Moderna, com cerca de mil obras de artistas como Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti  .

BASÍLICA DE NOSSO SENHOR DO BOMFIM

Sagrada para  os católicios e para os seguidores  de candomblé, a igreja é um dos mais
Procurados pontos turísticios de Salvador.Se for de carro preparesse para o assédio  dos flanelinhas  e vendedores de fitinha. Mas compensa enfrentá-los para conhecer  a bela construção concluída em 1.772 cujo ponto alto  é o forro da navepintado por  Antonio Joaquim Franco Velasco, entre 1.818 e 1830.

PRAIAS

Barra, Ondina e Rio vermelho são as praias urbanas de Salvador, a praia da Barra a 5 quilômetros do centro, concentra o movimento  diurno da capital. O calçadão  é muitoagradável  no por do sol. O forte de Santo Antonio, abriga, o primeiro do país erguido em1.534,  o Farol da Barra, de 1.698 marco paisagístico de Salvagdor. Extensão da Barra.A praia da barra alterna trechos  de mar agitado e de águas claras , com piscinas naturais.O Rio Vermelho tem praias impróprias para banho, mas é centro  do agito noturno de Salvador.
Piatã e Itapuã
 A 25 km do centro, todas as barracas, em diante, toda a  Itapuã, ponto
badalado com areias braças e Coqueiros.

Recôncavo baiano

Formada por 33 municipios ao longo da Bahia de Todos o Santos a região do recôncavo merece ser visitada por quem  está em Salvador. Um passeio completo  deve incluir  Santo Amaro.Conhedido  por ser a  a cidade natal de Caetano Veloso e Maria Batânia e a histórica Cachoeira ás margens do rio Paraguassu .


TRILHAS NO PARQUE NACIONAL

 O parque Nacional da Chapada Diamantina ocupa uma área de 153 mil hectares. Não há controle e saída de visitantes. As trilhas que cortam seus campos, vales e serras estão entre as mais espetaculares  do Brasil, todas as caminhadas devem ser feitas com guias .A não ser que o caminhante seja extremamente  experiente e disponha de ótimos mapas .Seria uma temeridade encarar essas trilhas de um profissional. Contrate uma das associações de condutores locais de cada cidade ou nos receptivos turísticos. É preciso organizar o retorno, de ônibus ou carro fretado a partir do ponto onde cada trilha termina. Em todos os roteiros
há diversos pontos para banho cachoeiras e locais para coletar água( leve hipoclorito de
sódio para esterilizar água) .Consulte os guias  sobre outras possibilidades de passeios, além dos sugeridos abaixo.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

COSTA D0 CACAU

ABROLHOS
PARQUE NACIONAL DE ABROLHOS

O recanto mais espetacular para mergulhar no Brasil  é Abrolhos ;arquipélago a 70 quilômetros da Costa de Caravelas formado pelas ilhas Redonda,Guarita , Sueste , Santa Bárbara e Siriba (a única com desembarque perrmitido) desde que acompanhado por guias do ICMbio. Trata-se  do mais importante banco de corais do país com muitas espécies endêmicas . A s águas em média e a visibilidade pode chegar a  20 metros  entre Dezembro e Maio,  a melhor época para ver os corais, os peixes coloridos e as tartarugas marinhas  e nos meses de Fevereiro e Março: já as baleias jubarte aparecem de Julho  a Novembro.

O CANTO DA BALEIA

A uma hora de barco entre Caraiva e Mucuri, quase na divisa com o Espírito Santo, de Julho a Novembro acontece um espetáculo da natureza,  os saltos e rodopios  de cauda das baleias Jubarte, também  conhecidas como baleias corcundas ou baleias de corcova. Elas chegam a medir 16 metros de comprimento e pesar 40 toneladas;  vem dos cofins gelados  do sul das Américas até as águas mornas do sul da Bahia para acasalar ou cuidar dos filhotes recém nascidos.  Os machos  competem pelas  fêmeas “cantando “ embaixo dágua: biólogos do Instituto Baleia Jubarte, que registram  essa curiosa sinfonia , constataram que os sons se modificam ao longo da temporada. Para pessoas interessadas nesse fenômeno e nas baleias em si, existe um modo de ficar muito próximo delas: o programa eco voluntário do instituto   acolhe estudantes  e pesquisadores no barco de pesquisa por um período  de uma a quatro semana e  são os navios naufragados  Santa Catarina e Rosalina . Para chegar ao arquipélago é  preciso  navegar dias e  horas  e meia de lancha, ou três horas e meia de catamarã, ou  ainda  sete horas de veleiros.  Na alta temporada, os passeios de um dia ou kive aboard (pernoite no barco, incluindo visita a Siribá ,mergulhos e observação  de baleias, devem ser agendados com antecedência . Como o ICMBio controla o acesso de visitantes ,os barcos logo ficam lotados. Além disso, só saem se o tempo estiver bom, além disso , de modo que com o tempo é comum em Julho e Agosto pode haver cancelamentos imprevistos.

COSTA DO CACAU

Convencionou-se chamar Costa do Cacau o trecho do litoral baiano que se estende de Canavieiras, no extremo sul  do estado até o rio de Contas, em Itacaré.Atravessando o rio, chega-se a península  de Maraú, que marca o início de outra sub-região mais rústica  com uma paisagem mais acidentada , conhecida como Costa do Dendê, também contemplada no roteiro. A via de Barra Grande é a localidade que a concentra os serviços turísticos na península. Fica bem na ponta. Seguindo em direção a Salvador, Morro de São
Paulo e Boipeba, localizadas em ilhas vizinhas , completam o roteiro. Quem deseja tranqüilidade absoluta  vai encontrar seu lugar nas pousadas de boipeba e nos trechos da península mais distantes de Barra Grande. Aquele  que procuram agito não se decepcionararão em Morro de São Paulo, Barra Grande e Itacaré , especialmente durante a temporada de verão.

ILHÉUS

Conhecida por ambientar  alguns dos livros mais populares de Jorge Amado , entre eles Gobriela, Cravo e Canela, ilhéus preserva uma serie de referências  à obra do escritor nascido na vizinha Itabuna e criado em Ilhéus. Vale  dar uma volta pela cidade antes de seguir para os hotéis dos arredores ou para destinos mais afastados. Para comer frutos do mar, escolha a Boca Du Mar, em frente à Bahia do Pontal que serve boa comida italiana, fica na orla central.As raias urbanas de Ilhéus tem águas escuras, resultado do encontro dos rios que cortam a região com o oceano. Mar mais bonito, porém nunca de todo claro, é encontrado nas praias do sul. Na região, destaca-se a natureza muito bem preservada com a mata chegando até   os hoteis  mata chegando até o mar entre eles o Cana Brava Resort, o Transamérica Ilha de Comandatuba, tido como o mais completo resort do Brasil. E o exclusivíssimo Fazenda Ada Lagoa. O litoral norte de Ilhéus não mais sob a influencia  dos rios, tem o mar mais claro e algumas praias semi-selvagens todas ao longo da Estrada –Parque, que liga a cidade a Itacaré.

 ITACARÉ

Situada na foz do rio de Contas, Itacaré é conhecida como o paraíso da surfe do litoral baiano. Os surfistas de fato predominam, mas hoje diversos outros públicos freqüentam suas praias. São quinze no total, todas amolduradas por costões e morros coberto de mata  atlântica beleza da região, pontuada  por cachoeiras como a do Tijuíque, do Cleandro e do Noé, atrai também amantes de outros esportes, como canoagem, rapel, rafting, cascading e  arvorisno. As praias  são tranqüilas onde também estão as hospedagens de luxo; algumas  praias são acessíveis.

PENÍNSULA DE MARAÚ

Pouco ao norte de Itacaré, a linha da costa até então quase reta, ganha súbitos recortes, transformando-se num traço sinuoso que se prolonga até a Bahia de Todos os Santos.A península de Maraú marca neste ponto de transformação. Ela tem duas faces bem diversas.
Um lado voltado para o oceano –e o lado de fora , como dizem por lá, há praias recifes do lado de dentro; fica a Bahia de Camamu, onde pequenos  povoados  entre canais e manguezais.Barra Grande, vila situada na ponta da península, concentra a maioria das pousadas, além de e restaurantes e bares. Ali a badalação  segue noite  adentro. Os hotéis exclusivos  ficam distante da vila, terra que leva a itacaré.Melhor  forma de conhecer a região  é de jardineira  que Leva a famosa praia de Taipus que na Maré baixa, revela imensas piscinas naturais, ideais para a prática do mergulho. Entre outros  passeios vale visitar a lagoa azul, a lagoa e praia do Cassange, o morro do celular (Bela Vista) e as ilhas de Saquaíra ou Algodão, pode-se ainda rumar até o Morro do Farol de Taipus com vista privilegiada para o por do sol na península.Em tempo, não há bancos em Maraú, leve  dinheiro trocado para as despesas menores. Muito menos agitada que Morro de São Paulo, a ilha de boipeba ainda tem feições de uma Comunidade de pescadores, situada ao sul da ilha de Timbaré, é banhada  pelo oceano atlântico e, a um recanto  preservado com mata de restinga , dunas ,manguezais,recifes de corais e 20 quilômetros de lindas praias. Os hotéis são concentrados,na Boca da Barra, perto da foz do rio, na praia de Tassimirim e no centrinho da ilha.Como em Morro, os carros não circulam, explora-se o lugar a pé, no lombo de burros.Esta última opção é ideal para conhecer  as praias , como Tassimirim, protegida por restinga e coqueiral. Em seguida , Cueira, de águas calmas  bom para a criançada . Em Moreré ,Os barcos costumam parar para um rápido mergulho em piscinas naturais e Boiapema e Onta de Castelhones convidam ao banho em suas águas cristalinas e mornas. No extremo sul da ilha de Boipena, a Cova da Onça na foz do rio dos Patos é uma vila de pescadores.Quem gosta de caminhadas pode fazer a trilha de duas horas da Boca da Barra, a mais freqüentada  e onde se concentram as pousadas até Baipeba.No trajeto o visual é  inesquecível .Da mata atlântica  e a tranqüilidade da vila de Boipeba, conhecida como Velha Boipeba. O povoado surgiu no século XVI ao redor da praça Santo Antônio, onde fica a Igreja do Divino Espirito   Santo.      

JOIA RARA
Rapadura é doce mas não é mole não. Entoam , quase como um mantra, os guias da chapada Diamantina, extremo norte da serra do  Espinhaço, no sertão baiano. A frase define muito bem . O subir serras , ela é linda mas para apreciá-la  será preciso andar muito , subir serras ,caminhar  sobre pedras em leitos de rios, em rotas singradas em outros tempos por garimpeiros de diamantes. A chapada tem ainda lindas cidades pequenas ;jóias lapidadas por um povo muito hospitaleiro.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

LITORAL BAIANO


ARRAIAL

PORTO SEGURO

TRANCOSO

PORTO SEGURO

Porto Seguro é a base para conhecer a Costa do Descobrimento e um destino turístico
dos mais ruidosos do pais. As atrações mais famosas não são as melhores praias, como
Mundaú, Itacimirim, Curuipe, Ponta Grande e do Mutá, esta a mais tranqüila, mas sim
 as imensas barracas instaladas nas praias  urbanas, que tocam axé a todo volume, dia e  noite, e a passarela do álcool, uma rua cheia de lojas de suvenirs e artesanato e barraquinhas de drinques. Esses dois lugares já dão a idéia do clima da cidade balada, especialmente para adolescentes e universitários. Na altíssima temporada
para essa turma , o mês de julho e os principais feriados espera multidões  nas barracas
de praia, como a Axé Moi, Tôa-Toa e do Gaucho nas areias de Taperaguá e a pioneira
Barramares, na praia do Rio dos Mangues. Se você não gpsta de nada disso, parta do aeroporto direto para outras localidades deste roteiro.

SANTA CRUZ CABRÁLIA -TERRA PATAXÓ

Aqui a 24 quilômetros de Porto Seguro no Ilhéus de Coroa Vermelha, os portugueses celebraram a primeira missa  nas terras recem descoberta  em 26 de abril de 1500.
Até hoje, todos os anos a data é lembrada com uma missa ao ao ar livre. Santa Cruz é
 terra dos índios pataxós (eles vieram para região  no século XVIII). Um jeito interessante de conhecer  seu modo de vida é visitar a Reserva Indígena da Jaqueira.
Com casas muito simples no meio da mata onde se pode fazer trilhas, degustar
peixes  e ainda ter o corpo pintado de branco e vemelho.

SANTO ANDRÉ

Distrito de Santa Cruz Cabrália, o vijarejo de Santo André é perfeito para um retiro. Para chegar é preciso rodar 27 quilômetros a partir de Porto Seguro por estrada boa,
E depois atravessar o rio João de Tiba de balsa. Desemboca-se então no centro . Um
tanto rústico onde se concentra a maioria das pousadas. O melhor de Santo André
são as praias extensas com pouca gente. Piscinas naturais na maré baixa e um sem
fim de coqueiros.. As praias mais bonitas são as de Santo Antônio e de Guaiú..

ARRAIAL D’ AJUDA

Saindo de Porto Seguro, bastam 10 minutos de balsa sobre o Rio Buranhém e mais
quatro quilômetros de asfalto, para chegar a Arraial. A vila é mais familiar e
charmosa que Porto Seguro, e menos exclusiva e cara que a vizinha Trancoso.
Exceto em janeiro, quando tudo fica cheio demais e com boa infraestrutura.
O arruado de paralelepípiedo abriga lojas , cafés e ateliês, especilamente na rua
De Mucugê e qrredores

TRANCOSO

O ex-reduto hippie dos anos 1970, virou o destino de praia mais badalado do Brasil.
Os freqüentadores desfilam por bares de praia com música eletrônica, camas e pufes
Ou em ambientes mais familiares dentro das pousaadas mais sofisticadas.
O coração da vila é o quadrado, adorável praça
praiana sobre uma falésia com vista para o mar. Ao fundo, ergue-se a igrejinha de
São João Batista, construída no século XVIII sobre as ruínas do antigo convento
Jesuíta; no meio um gramadão onde os nativos jogam futebol, nas beiradas , casinhas
Coloridas  que abrigam restaurates e pousadas, lojinhas de grife, ateliês de arte, tudo sem iluminação pública. Aqui, um jantar a luz de velas é inevitável e inesquecível.

CURUIPE E ESPELHO

As duas vizinhas compõem  um dos recortes de litoral mais lindos do Brasil. Na maré baixa os corais formam  piscinas naturais  num degradé que contrasta com as falésias avermelhadas e os coqueiros da orla. Para ver tudo isso de camarote, o Espelho tem que ser gramado plano, depois que a areia acaba, onde ficam pousadinhas e bares  cono o
tradicional baiano, cheio de esteiras almofadões de chita coloridos sobre esteiras
de tábuas. Outeiro das brisas , com pista de pouso para jatinhos. O acesso ao Espelho
a  partir de Trancoso é por vinte quilômetros de estrada de terra sinuosa. De Arraial d’ ajuda e Trancoso também saem passeios de barco para as praias.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

VITÓRIA/ES


PEDRA AZUL/ES

A SERRA CAPIXABA

E  em seu  diminuto território , o Espírito Santo abriga algumas preciosidades. Nas lindas montanhas do interior, as mais célebres são a Pedra Azul e o Pico da Bandeira, é possível fazer pequenas e grandes caminhadas e conhecer a produção de queijos , geléias, embutidos diretamente na fonte, a roça, onde descendentes de alemães e italianos abrem as porteiras de seus sítios e fazendas para mostrar alguns segredos.

DA COSTA ÁS MONTANHAS NUM PULO

A partir de Vitória, capital capixaba, a BR-232 dá acesso às atrações das serras, quase todas bem próximas da rodovia. Domingo Martins é a primeira localidade do roteiro. O lindo distrito de Pedra Azul, pouco adiante, oferece muitas opções de hospedagem e lazer para a família e atividades bastante tranqüilas ligadas à natureza. Em seguida, Venda Nova do imigrante, município pioneiro no turismo rural. Um poço afastado desse eixo, bem na divisa com Minas Gerais, está o pico da Bandeira, ponto mais alto de toda a região Sudeste e o terceiro mais alto do país, a 2.891 metros de altitude . Além da caminhada até o pico, muitos passeios podem ser feitos na serra do Caparaó, que a envolve.

VITÓRIA
A Capital do Espirito Santo abriga cerca de 314 mil habitantes  em 34 ilhas – a maior delas é a de Vtórira – e uma parte continental.
Fundada em 1.551, mantém um bonito conjunto Arquitetônico  distribuído entre a Cidade Alta e o Centro. Quem procura saber: elas não são  o forte de Vitória. De qualquer forma as mais agradáveis estão na Ilha do Boi, cidade vizinha de Vila Velha,basta atravessar a ponte para chegar lá. Ainda em Vila Velha, um passeio essencial é o Convento da Penha. Todos os dias, disponível.  Construçâo de 1.558, que ocupa o topo de um Morro com vista panorâmica para a capital. Em seu interior  guarda preciosidades  como a tela representando  Nossa Senhora das Alegrias; um das ,mais antigas das Américas, e quatro quadros do paulista Benedito Calixto, da década de 1920. Chega-se ao Convento a pé ou de carro subindo o morro pela ladeira das Sete voltas. Com 457 metros de extensão .
Para apreciar uma autêntica moqueca capixaba procure o tradicional restaurante Pirão. A moqueca  capixaba se diferencia da baiana  porque não leva azeite de dendê  nem leite de côco. Deve ser feita nas panelas capixabas , relíquia  do estado , desde 2.002 consideradas patrimônio Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Há mais de quatro séculos, as mulheres hoje reunidas na associação das Paneleiras de Goiabeiras, se dedicam a arte de fabricar artesanalmente as panelas. Elas preparam  a argila, modelam as peças e levam  para a queima. Em seguida aplicam tanino  - tinta preparada com a casca de árvore do mangue que dá à panela a coloração preta  .

DOMINGOS MARTINS

Apenas 43 quilômetros separam  com sua atmosfera praiana, das serras. Para quem vem da capital  a primeira cidade do roteiro é Domingos Martins, com 31 mil habitantes e marcada pel  pelas influências da colonização alemã e italiana, cujos traços são evidentes na arquitetura e no comércio de queijos e embutidos, frequente no centro. Fora dos limites Urbanos , um passeio imperdível : a Reserna e Orquidário Kaustsdy, Iistalada numa área de 335 Mil metros quadrados de mata atlântica. A reserva tem quinze trilhas. Chegar ao Orquidário é fácil, mas a reserva  particular , só com veículos nas quatro rodas.

PARQUE ESTADUAL DA PEDRA AZUL

Ao seguir pela BR 232, em direção ao interior, na altura do quilômetro 89, próximo ao minucípio  Aracê,  não há como não notar á esquerda um monumental bloco de pedra arredondado. É a Pedra Azul, com 1.822 metros de altitude. Um parque estadual protege a pedra e o entorno, e uma série de pousadas se estende ao redor, quase todas com vista para a Pedra.  Trata-ae de um programa ideal para famílias. Percorrer as trilhas , na companhia de um guia .  Do parque não requer muito esforço . A mais fácil é a que leva á base da PEDRA AZUL não chega a meio quilômetro de caminhada, passando pelos mirantes da Pedra Azul e do forno Grande , ambos com belíssimos visuais.
 Com um pouco mais de disposição , estique para a rotadas piscinas naturais, com 1.400 quilômetros. É preciso certa destreza e coragem para transpor um paredão de 100 metros com ajuda de corda.O esforço é recompensado pela vista do alto  e do banho da água fria das piscinas. A melhor época para visitar o parque é no inverno quando chove menos e a visibilidade é maior  .

VENDA  NOVA DO IMIGRANTE

A produção artesanal de saborosos queijos, geléias, biscoitos, cachaças e socol ( um embutido de carne de porco), além de café, flores e artesanato em bambu e madeira, faz a Venda Nova do Imigrante um delicioso ponto de parada para quem trafega pela BR 262. Valendo-se das tradições culinárias  herdadas dos antepassados italianos, os fazendeiros e sitiantes locais abriram suas propriedades á  visitação. É possível assim conhecer  os processos  de produção, antes de saborear as iguarias. Na zona urbana, a loja do Agroturismo comercializa os produtos da região.  

   PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ

O pico da bandeira com 2.841 metros de altitude é a grande atração deste parque nacional com área de 31 mil hectares, exatamente na divisa de Minas Gerais  e Espírito Santo. O         melhor:
A aventura de chegar ao cume não se limita a montanhas experientes. A Trilha, bem marcada
Requer preparo físico e disposição, especialmente para o trecho final, bastante íngreme.
(dá para vencer o trecho final) a partir da sede do parque-próximo  a cidade mineira de Alto
Caparaó.  O  primeiro ponto de apoio pode ser alcançado ainda de carro. O local chamado
Tronqueira, dispoõe de área para camping tem vista para o vale do Caparaó e fica bem perto
Da cachoeira bonita com 80 metros da altura e um pequeno poço para nadar. A partir daí é
Preciso seguir a pé. São 3,7 quilômetros até o ponto de apoio seguinte, o Terreirão . No caminho aproveite para admirar a paisagem do vale Encantado e banhar-se nas
Corredeiras do rio José Pedro. Do Terreirão ao cume são mais 3,2 quilômetros.
OBSERVE A TRANSIÇÃO DA VEGETAÇÃO : a  MEDIDA QUE SE SOBE, A MATA atlântica DÁ LUGAR A CAMPOS RUPESTRES, características DE TERRAS ALTAS. QUEM             quiser
Ver o sol nascer no pico – programa clássico do parque- deve acampar no Terreirão
 A partir das 3 horas da manhã. O melhor período para fazer a trilha é Agosto quando as chuvas dão uma trégua.Guias não são obrigatórios, mas nas pousadas é prudente contratar um.

         

terça-feira, 30 de agosto de 2011


JALAPÃO


CHAPADA DOS VEADEIROS
Chapada dos Veadeiros

Gigantescos platôs de pedra que se erguem abruptamente sobre o cerrado,
cachoeiras caudalosas, campos de buritis e nascentes de rios, com isso a
chapada dos Veadeiros , no nordeste goiano já seria um destino ecoturistico de
primeira  grandeza. Além disso, como essa paisagem se assenta sobre
uma enorme placa de quartzito, o que faz brotar cristais por todo lado,
e é atravessada pelo paralelo 14, o mesmo que corta Machu Picchu, no
Peru, a região atrai místicos de tido tipo. As bases para explorar a área
parte dela  protegida por um parque nacional são a estruturada Alto
Paraiso de Goiás, a rústica vila de São Jorge e a nova fronteira do
turismo local, Cavalcante. Para explorar as atrações ( que não se
limitam ao  interior do parque, espalhando-se também pelo entorno
é aconselhável contratar um guia nas pousadas ou nos centros de
atendimento ao turista da cada localidade.

ALTO PARAISO

A 230 kilômetros de Brasilia pela Rodovia – GO118, Alto Paraiso tem, mais de  
6 mil  habitantes e a melhor infraestrutura de serviços da região. A cidade se
desenvolveu pelas mãos das comunidades alternativas  que chagaram atraídas
 por seu suposto magnetismo. O clima místico está nas várias construções
em forma de pirâmide, nos vistrais e incensos vendidos em lojas e retaurantes
de comida natural. Um dos programas clássicos da cidade  é assistir ao por
do sol no “ aeroporto”  um pista de pouso abandonada que teria sido cosntruída
para a aterragem de ovnis.

CAVALCANTE

A cidade demourou a ser descoberta pelos turistas, mas tem sido
o destino preferido dos antigos freqüentadores de São Jorge em busca de novos
ares. A 90 quilômetros de Alto Paraiso, Cavalcante nasceu no século XVIII
da exploração de ouro em Goiás. Em seu entorno grupos remanescentes  de
quilombos conhecidos como calungas, mantém viva a memória da escravidão e
da resistência na chapada. Todos os passeios devem ser feitos com guia,
nas pousadas ou obtido  no receptivo truístico local

PIRENÓPOLIS

Destino clássico de fim de semana dos moradores de Brasília (são só 140
quilômetros de viagem) a charmosa “Piri” não é só uma cidade interiorana
Com ruelas de pedra, casarões coloniais e pracinha com coreto. Seus 21 mil
habitantes levam uma vida pacata durante a semana, mas aos sábados e
domingos enchem os bares da rua
do lazer junto com os turistas . Nesses dias uma feira de artesanato toma
as ruas do centro, feitas de pedra de quartzito perfeitas para um passeio a pé.
Na rua direta estão os primeiros casarões erguidos no século XVIII, a cidade
foi fundada em 1.727, quando bandeirantes encontraram ouro no rio das Almas
aos pés dos Pireneus.

GOIÁS VELHO. PROCISSÃO FOGARÉU E CORA CORALINA

Como acontece há mais de dois séculos, à meia noite da quarta-feira da semana
santa apagam-se as luzes da cidade histórica de Goiás Velho, a 210 quilômetros
de Brasília . Começa assim a procissão do Fogaréu. Quarenta homens enca-
puzados, os farricocos pegam tochas acesas na frente da Igreja Boa Morte e
caminham pelo centro ao som de tambores. Eles representam os perseguidores
de Jesus, que buscam aprisioná-los. Uma multidão com velas  junta-se ao grupo
até a Igreja do Rosário onde está preparada uma mesa para a realização simbóli-
ca da última ceia. Depois o cortejo ruma para a igreja de São Francisco de
Paula representação do monte das Oliveiras, onde os encapuzados encontram
Jesus , simbolizado por um belo estandarte, réplica do original pintado pelo
artista goiano José Joaquim da Veiga Vale. Enquanto o estandarte é descido,
soam clarins e o bispo faz um sernão . Jesus então é preso e crucificado.
A cidade, tombada como patrimônio histórico e cultural da humanidade
pela Unesco em 2.001, é terra natal de Cora Coralina. Em sua casa, hoje     Museu Casa de Cora Coralina, o quarto , a cozinha e a sala onde a poeta
escrevia foram mantidos como ela os deixou.

JALAPÃO

O Jalapão  é um vasto vazio humano no extremo norte do cerrado brasileiro.
Numa área pouco menor que o Rio de Janeiro, a densidade populacional não
chega a um habitante por quilômetro quadrado. Os inúmeros rios, cachoeiras
dunas, lagos e chapadões ali existentes protegidos em parte por um parque
estadual  fizeram da região um dos destinos mais procurados  pelos ecoturistas
brasileiros, indicado para  aqueles que procuram lugares incomuns e selvagens
e que não se importam muito com o conforto. Se raramente se encontram pessoas
os animais são vistos com extrema  facilidade: araras azuis, cervos, antas raposas, lobos, e cobras atravessam com naturalidade o caminho dos viajantes.
O “nome “ Jalapáo é um derivado de “jalapa, planta medicinal nativa.