O interesse da Holanda em New York é antigo e inesquecível. Os índios algonquianos,
primeiros habitantes de Manhattan, resolveram vendê-la por quinquilharias já que haviam
construído um entreposto de peles com moinhos , iguais a Amsterdam.
Os ingleses que já estavam de olho na colônia expulsaram os holandeses
e seguindo uma tendência que já estava entrando na moda, em New York, resolveram
escolher um tal de lorde Combury que, gostava de vestir roupas femininas e, nomeá-lo
governador.
Um sucesso absoluto para a época. Uma comissão de alto valor artístico foi
nomeada para que as festividades da cidade fossem aclamadas com fervor.
Seguindo uma tendência natural , em 1.732 é inaugurado o primeiro teatro e em 3 anos
depois é lançado o New York Gazette o primeiro jornal da cidade.
Sob o domínio inglês, New York prosperou e a população cresceu rapidamente. A moagem de
cereais era a primeira atividade comercial. À medida que a cidade enriquecia, surgia uma elite
e, com ela os primeiros fabricantes de móveis finos e objetos de prata para suas casas.
À medida que os magnatas enriqueciam ainda mais, New York, em 1.870 entrava em uma era
dourada,quando foram erguidos muitos dos seus prédios opulentos. Milhões de dólares
fluíam para as artes como a fundação do Metropolitan Museum , Public Libraty e Carnegie
Hall. Hotéis de Luxo, como o Plaza e o Waldorf-Astória e lojas de departamentos foram
inauguradas para atender os ricos. Os ricos ficaram mais ricos, mas a situação piorou para
os pobres. Os anos 20 foram uma festa para os nova-iorquinos. Mas os bons tempos
terminaram com a quebra da Bolsa de Valores em 1.929.
Desde o fim da segunda guerra, New York tem passado por fases ótimas e péssimas.
Embora reconhecida como capital financeira do mundo, a cidade quase foi à falência na época
de 70.
New York sempre se recupera, pois ela é, essencialmente multicultural.
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