Uma estrada com um colar de diamantes na ponta
Amsterdã “emergiu” da névoa e das águas dos Países Baixos ao redor do ano de 1.200,
na desembocadura do Rio Amstel. Era uma aldeia de pescadores, antes de se dedicar ao
comércio. A aldeia foi crescendo, moldada pelos combates dinásticos e religiosos entre os
feudos dos lordes.
A pequena cidade na desembocadura do Amstel se fortaleceu, se tornou um porto para o
comércio da cerveja que vinha de Hamburgo.
Por volta de 1.500, Amsterdã havia superado seus rivais, se tornando o principal poder da
província da Holanda. O comércio do Báltico trouxe a riqueza e a cidade cresceu rapidamente.
A supremacia levou Amsterdã a conquistar o além mar. Os holandeses governaram parte do
Brasil e compraram Manhattam, a “Nova Amsterdã”.
Mesmo com o declínio do império holandês, os Países Baixos seguiram os ricos. Em pouco
tempo, transformou-se numa cidade tranqüila e bela.
O melhor de Amsterdã é o bairro dos Museus : Rijksmuseum com auto-retrato de
Vincent Van Gogh e Museum Het Rembrantthuis entre outros mais de 200.
A maioria das principais atrações de Amsterdã é visitar a pé os principais exemplos da
arquitetura do século 16 e 17 , onde se encontram o bairro Jordaam, tranqüilo, conhecido
pelos estreitos e pequenos canais.
Os bares e restaurantes estão no meio do caminho. São quase 1.500, simpáticos e
cada um tem uma atração especial, um amplo cardápio de cervejas , música ao vivo,
um terraço em frente para o canal, exposições de arte , etc.
O que comer em Amsterdã: Pão com Hagelslag, bolinhas de chocolate polvilhadas sobre pão
torrado; Arenque fresco cru, servido com cebola e picles e a culinária da Indonésia .
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